Educação financeira na escola: o que vem por aí e como sua família pode participar

Você sabia que agora a educação financeira é um tema obrigatório nas escolas brasileiras? A nova grade curricular, que já entrou em vigor, inclui esse assunto. Mas a ideia não é criar uma nova disciplina: a educação financeira é considerada um tema transversal. Isso significa que ela pode (e deve) ser abordada nas aulas de Matemática e em outras matérias, até mesmo nas áreas de ciências humanas. Ela também pode ser oferecida como eletiva, ou seja, opcional, a partir do 6º ano do Ensino Fundamental.

Com essa mudança, as escolas passaram a desempenhar um papel importante na formação de cidadãos competentes financeiramente. Mas as famílias também precisam fazer sua parte para ajudar os pré-adolescentes e adolescentes a lidar com dinheiro na prática. E para isso, não precisa ser um gênio das finanças: a educação financeira está em atitudes do dia a dia de todos nós. Quer saber o que você pode fazer? Confira nossas dicas.

Ensinar ou educar?

Para começar, é importante entender a diferença entre ensinar e educar.

Segundo a definição tradicional, ensinar é repassar conhecimentos sobre um determinado tema. É, portanto, uma tarefa que cabe principalmente aos professores e às professoras, em geral no ambiente escolar.

Já o conceito de educar significa dar os cuidados necessários ao pleno desenvolvimento da personalidade de uma criança ou um jovem. Por isso, é uma responsabilidade da família, em particular o pai e a mãe. Educar envolve uma série de valores e comportamentos que podem ser mais ou menos importantes para cada núcleo familiar. Quando você ensina seus filhos a não jogar comida fora, por exemplo, você está criando o hábito de evitar o desperdício — e isso tem tudo a ver com a educação financeira.

Como as competências se desenvolvem

Quando se trata de educar os mais jovens, é importante levar em conta o chamado “tripé da competência”, que mostra de forma simples os aspectos ligados ao aprendizado. Segundo esse raciocínio, o conhecimento gera saber; a habilidade nos permite saber fazer; mas a atitude é o que nos leva a por em prática o que sabemos. E é aí que as famílias podem participar das questões trazidas pela educação financeira na escola. Afinal, não basta que seus filhos recebam os conteúdos apresentados pelos professores. Eles vão precisar lidar com dinheiro no dia a dia, até para que seus erros se tornem valiosos aprendizados. 

Em resumo: no currículo escolar, os adolescentes aprendem conceitos e métodos. Mas a família tem um papel fundamental: transmitir valores que irão ajudar a transformar os conhecimentos em habilidades, e em seguida levar as habilidades à prática. 

Educação financeira na prática

As teorias da aprendizagem mostram que ler sobre um conteúdo permite absorver em média 10% do que foi lido. Ver e escutar sobre um assunto gera 50% de retenção. Essas são as etapas passivas do aprendizado. Já o aprendizado ativo envolve a prática, possibilitando fixar até 80% do que foi ensinado.

Por isso, que tal contar com o Blu para complementar os conteúdos e comportamentos da educação financeira em forma de experiências práticas? As competências desenvolvidas pela nossa educação financeira estão totalmente alinhadas aos conceitos do novo currículo escolar (BNCC).

Por exemplo: com o cartão e o app, os pré-adolescentes e adolescentes fazem pagamentos com uma conta em seu nome. Dessa forma, eles entendem que o dinheiro é um recurso limitado e que consumir depende, sempre, de fazer escolhas. 

Além disso, ao receber a mesada, eles aprendem a importância de planejar os gastos ao longo de um período de tempo. E tem mais: a gente já sabe que quem ganha mesada desenvolve melhor o hábito de poupar!

Então fica nossa dica: use tudo o que o Blu oferece e comece hoje mesmo a educação financeira na prática!

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